BOCA LIVRE

Formado em 1978 por Maurício Maestro (contrabaixo e vocal), Zé Renato (violão e vocal), Claudio Nucci (violão e vocal) e David Tygel (violão e vocal) o Boca Livre participou, neste ano, do disco “Camaleão” de Edu Lobo excursionando com o compositor no Projeto Pixinguinha.

Lançou, no ano seguinte, o LP independente “Boca Livre” que ultrapassou a vendagem de 100.000 cópias, com destaque para as canções “Toada” de Zé Renato, Claudio Nucci e Juca Filho e “Quem tem a viola” de Zé Renato, Claudio Nucci e Xico Chaves.

Participou em 1980 do show Primeiro de Maio no Rio Centro (RJ) cujo cd será lançado, no segundo semestre de 2011, pelo selo Discobertas de Marcelo Froes.

Em 1981 Claudio Nucci foi substituído por Lourenço Baeta e o grupo gravou o LP independente “Bicicleta” que contou com as participações especiais de Tom Jobim e Naná Vasconcelos. No ano seguinte lançou o LP “Folia” pela gravadora Polygram e em 1983, pelo mesmo selo o LP “Boca Livre”.

Em 1989 o quarteto lançou pela Som Livre o LP “Boca Livre em concerto” gravado ao vivo durante temporada no Canecão (RJ).

Em 1992 Fernando Gama substituiu David Tygel e o grupo lançou “Dançando pelas sombras” (M,PB/Warner).

Em 1993, após turnês e participações em festivais de música nos Estados Unidos, Europa e Canadá, o grupo regravou a canção “Dança do ouro” no álbum solo de Jon Anderson – vocalista da banda Yes - (Deseo) e a gravadora Green Linnet lançou o álbum”Dançando pelas sombras” no mercado internacional.

Em 1994 lançou, pela gravadora Velas, o “SongBoca” que foi contemplado com o Prêmio Sharp. No ano seguinte o quarteto gravou em Nova York o cd “Americanas” lançado no Brasil e exterior pela gravadora Velas. Neste mesmo ano o Boca Livre participou, em Los Angeles, do Tributo a Tom Jobim no Hollywood Ball.

Em 1998 recebe mais uma vez o Prêmio Sharp de Melhor Grupo Vocal Brasileiro com o cd “Boca Livre Convida, 20 anos”. Deste cd participaram Claudio Nucci, David Tygel, Milton Nascimento, Djavan, Chico Buarque, Gal Costa, Beto Guedes, Erasmo Carlos, Frejat, Ricardo Silveira, Sergio Dias e Paulinho Moska. Além das apresentações nas principais capitais do país, o grupo participou do Summer Stage Festival de Nova York, Panamá e Caracas.

Em 2000, dividiu o palco do Metropolitan (RJ) com o grupo 14 Bis, que resultou num cd ao vivo. Ainda neste ano, Zé Renato desligou-se do grupo para realizar seus projetos solos o que trouxe o retorno de um de seus integrantes originais: Claudio Nucci.

O grupo participou, em 2002, da gravação do cd “Mundo” do compositor e cantor panamenho Ruben Blades. O cd ganhou o Premio Grammy em 2003.

Em 2006 o grupo volta a atuar com sua formação clássica: Zé Renato, David Tygel, Lourenço Baeta e Maurício Maestro, realizando shows pelo país e gravando o cd/DVD “Boca Livre e ao vivo” e, desde então, vem se apresentando com seu impecável repertório.

O segredo da longevidade do Boca Livre, segundo Zé Renato, é “a fidelidade ao nosso gosto musical”. A proposta do grupo, que se consagrou ao conquistar um Disco de Ouro inédito para uma produção independente, em 1979, permanece fiel aos primeiros tempos. “Creio que cada vez mais a gente se conhece, já sabe muito bem como encontrar a melhor forma de trabalhar junto. Essa integração se reflete tanto na escolha de repertório, quanto na melhor maneira de fazer o arranjo de cada música.

Sabemos das dificuldades de se trabalhar nesse tipo de conjunto, onde todos têm um grau de exigência muito grande, e sabemos que o único resultado que nos interessa é aquele que nos satisfizer a todos”, completa Maurício Maestro, o único integrante presente em todas as fases do Boca.

O Boca Livre é de fato Livre: a liberdade das vozes é a sua marca musical e a liberdade de ir e vir permite que seus integrantes possam ir constantemente ao mundo lá fora enriquecer sua própria música e, por conseqüência, a do grupo: Zé Renato vive sua bem sucedida carreira solo de cantor e compositor; Lourenço Baeta compõe; David Tygel é um dos mais prolíficos autores de trilhas sonoras de cinema; e Mauricio Maestro escreve seus maravilhosos arranjos.





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Foto de Leonardo Aversa

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